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Bluey: O video game

As aventuras do desenho no seu Playstation

Idade ideal

5+

Ano

2024
5

/5

Opinião

nao
meli-qa

Sobre o jogo

O que o game é, de verdade, é uma coletânea de pequenas aventuras com cara de episódio, em que a criança explora mapas inspirados na série e entra em minigames que lembram brincadeiras do universo Bluey. A estrutura é dividida em quatro episódios, e depois disso o jogo incentiva voltar aos cenários para passear e procurar colecionáveis, o que dá uma sobrevida para quem gosta de “fazer tudo” e repetir as brincadeiras preferidas. 

Do ponto de vista de desenvolvimento infantil, ele trabalha bem três eixos. O primeiro é coordenação motora fina e bimanual, porque andar, ajustar câmera e interagir com objetos pede organização das mãos. O segundo é atenção sustentada, já que os minigames exigem foco curto, mas repetido várias vezes. O terceiro é regulação emocional, desde que a família trate o jogo como brincadeira e não como desempenho: perder, errar o tempo de um salto ou não achar um item vira treino de persistência quando o adulto acolhe e orienta. Nessa lógica, o jogo pode ser um bom “meio termo” entre assistir passivamente e brincar sem mediação: a criança participa, toma decisões e vê consequência imediata, mas dentro de um ambiente seguro e familiar.

Entre os pontos fortes, o principal é a acessibilidade: é um jogo que não tenta ser “grande demais” para o público infantil e se apoia no carisma da franquia. Outro ponto que costuma funcionar muito bem em casa é o potencial de jogar em grupo na sala, já que ele tem modo multiplayer e, na prática, isso tende a transformar o tempo de tela em algo mais social. 

Agora, os pontos de atenção são importantes para alinhar expectativa. O primeiro é o ritmo: por ser pensado para crianças, ele é mais simples e pode soar repetitivo para quem já joga títulos mais complexos. O segundo é a duração do “miolo” principal: há relatos de que a campanha pode ser bem curta, especialmente em grupo, o que reforça a ideia de que ele funciona melhor como experiência de fim de semana e replay, não como um “joga por meses” do jeito que alguns pais imaginam quando compram um game. 

Em termos de perfil de criança, ele tende a cair como uma luva para quem já ama Bluey, para crianças que gostam de brincar de faz de conta e para quem curte jogos “de explorar” sem pressão. Para crianças muito competitivas, ou que se frustram fácil quando não há um objetivo cristalino, a recomendação é apresentar com adulto por perto nas primeiras sessões, só para garantir que o jogo seja associado a diversão, não a “não consigo”.

Como apresentar em casa faz diferença. Se você simplesmente entregar o controle e sair, a chance de frustração aumenta nos menores. Funciona melhor quando o adulto propõe como uma brincadeira compartilhada: “vamos explorar a casa”, “vamos achar as coisas”, “agora é sua vez nesse minigame”. E um detalhe prático para os pais: se a criança ainda não lê bem, vale deixar a navegação de menus e opções de episódio com você, para ela ficar com a parte divertida do jogo, não com a burocracia.

Sobre idioma, há um ponto que pode pesar: em algumas plataformas há português do Brasil em interface e legendas, mas nem sempre com áudio em português — isso varia por versão e pode afetar a experiência de crianças menores que ainda dependem muito de compreensão auditiva. 

Vale a pena? Para famílias com fãs de Bluey em casa, tende a ser um “sim” com uma condição: comprar entendendo que é um jogo mais curto e simples, ótimo para brincar junto e revisitar cenários, mas não necessariamente para virar o jogo principal do mês. Se a criança não tem vínculo com a série, o apelo cai bastante, porque a mágica aqui está justamente no reconhecimento do universo.

Onde comprar: no Brasil, o caminho mais comum é buscar a versão digital na loja do console (no caso do PS5/PS4, na PlayStation Store), e a mídia física quando disponível em grandes varejistas e marketplaces de games. Como preço e disponibilidade oscilam muito, especialmente em mídia física, costuma valer a lógica prática: comparar a versão digital em promoção com o valor do disco em lojas e marketplaces confiáveis, priorizando a opção que permita devolução/troca caso venha com problema de mídia.

Idade recomendada

Apesar de o jogo ter classificação bem baixa em idade (no padrão europeu aparece como PEGI 3, e na classificação americana como ESRB E – Everyone), a “idade ideal” em casa depende menos do conteúdo e mais da maturidade motora e emocional da criança. 

Para a maioria das famílias, a faixa ideal fica entre 5 e 7 anos. Nessa idade, a criança costuma ter mais coordenação para controlar personagem e câmera, alternar botões com intenção e tolerar pequenos erros sem se desorganizar emocionalmente. O jogo é amigável, mas ainda exige o básico de navegação em ambientes 3D e participação em minigames que pedem timing e atenção, o que pode gerar frustração em crianças menores quando o objetivo não fica claro de primeira.

Para crianças de 3 a 4 anos, eu colocaria como “jogável com adulto junto”, não como experiência solo. A presença de um adulto (ou de um irmão mais velho) ajuda em três pontos: explicar o objetivo com poucas palavras, assumir trechos que exigem mais precisão e, principalmente, transformar o erro em brincadeira (“vamos tentar de outro jeito?”), em vez de virar uma disputa contra o jogo.

Em segurança, o cenário é positivo para pais: o conteúdo é apropriado para todas as idades, com brincadeiras e exploração sem temas pesados, e a proposta do título é familiar. Ainda assim, vale o cuidado padrão com qualquer videogame: sessões curtas, pausas combinadas e supervisão quando a criança ainda não tem autonomia para navegar menus e configurações.

Trailer / Gameplay

Informações adicionais

Apesar de o jogo ter classificação bem baixa em idade (no padrão europeu aparece como PEGI 3, e na classificação americana como ESRB E – Everyone), a “idade ideal” em casa depende menos do conteúdo e mais da maturidade motora e emocional da criança. 

Para a maioria das famílias, a faixa ideal fica entre 5 e 7 anos. Nessa idade, a criança costuma ter mais coordenação para controlar personagem e câmera, alternar botões com intenção e tolerar pequenos erros sem se desorganizar emocionalmente. O jogo é amigável, mas ainda exige o básico de navegação em ambientes 3D e participação em minigames que pedem timing e atenção, o que pode gerar frustração em crianças menores quando o objetivo não fica claro de primeira.

Para crianças de 3 a 4 anos, eu colocaria como “jogável com adulto junto”, não como experiência solo. A presença de um adulto (ou de um irmão mais velho) ajuda em três pontos: explicar o objetivo com poucas palavras, assumir trechos que exigem mais precisão e, principalmente, transformar o erro em brincadeira (“vamos tentar de outro jeito?”), em vez de virar uma disputa contra o jogo.

Em segurança, o cenário é positivo para pais: o conteúdo é apropriado para todas as idades, com brincadeiras e exploração sem temas pesados, e a proposta do título é familiar. Ainda assim, vale o cuidado padrão com qualquer videogame: sessões curtas, pausas combinadas e supervisão quando a criança ainda não tem autonomia para navegar menus e configurações.

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