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Mortina: Volume 1

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Mortina: Volume 1

Volume 1

Idade ideal

6+

Duração

h
5

/5

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Resenha

Mortina é aquele tipo de livro que parece “assustador” pelo título e pela estética, mas logo revela um coração muito mais doce do que sombrio. A protagonista é uma menina-zumbi que vive isolada no Palacete Decrépito com a tia Fafá Lecida e o seu inseparável galgo albino, Tristão. O que Mortina quer é simples e universal: ter amigos e brincar como qualquer outra criança. O problema é que a tia teme a reação dos humanos caso descubram quem ela realmente é.

A virada acontece quando chega o Dia das Bruxas. Fantasiadas, as crianças saem às ruas e, pela primeira vez, Mortina enxerga uma chance real de se aproximar do mundo lá fora sem ser rejeitada. O livro mistura aventura leve, humor macabro “do bem” e uma mensagem muito clara para a criança: ser diferente não precisa ser sinônimo de ficar sozinho

Idade recomendada

Mortina é aquele tipo de livro que parece “assustador” pelo título e pela estética, mas logo revela um coração muito mais doce do que sombrio. A protagonista é uma menina-zumbi que vive isolada no Palacete Decrépito com a tia Fafá Lecida e o seu inseparável galgo albino, Tristão. O que Mortina quer é simples e universal: ter amigos e brincar como qualquer outra criança. O problema é que a tia teme a reação dos humanos caso descubram quem ela realmente é.

A virada acontece quando chega o Dia das Bruxas. Fantasiadas, as crianças saem às ruas e, pela primeira vez, Mortina enxerga uma chance real de se aproximar do mundo lá fora sem ser rejeitada. O livro mistura aventura leve, humor macabro “do bem” e uma mensagem muito clara para a criança: ser diferente não precisa ser sinônimo de ficar sozinho

Tudo sobre Mortina: Volume 1

O grande mérito de Mortina é usar o universo clássico do assustador (zumbi, mansão, noite, Halloween) para falar de algo bem cotidiano na infância: o desejo de pertencer. O livro trabalha com um humor visual e narrativo que costuma encantar porque faz a criança perceber, quase sem esforço, que “o diferente” pode ser divertido, gentil e até admirável. É um tipo de história que, em vez de alimentar medo, costuma domar o medo com carinho e riso.

Como experiência de leitura, ele funciona por três motivos bem claros. Primeiro, por ter uma protagonista com um objetivo imediato que qualquer criança entende: fazer amigos. Segundo, por criar um cenário marcante (o Palacete Decrépito e a tia excêntrica) que prende sem exigir grandes explicações. E terceiro, por transformar o Dia das Bruxas numa metáfora perfeita: quando todo mundo está fantasiado, fica mais fácil experimentar quem você é — e isso conversa muito bem com a fase em que a criança está testando identidade, coragem e autonomia. 

Para pais, ele é especialmente bom para abrir conversa sobre aceitação (ser diferente não é um defeito), amizade (aproximação com cautela, respeito) e até sobre regras e proteção: a tia tenta proteger, mas o excesso de controle também isola. Sem moralismo, a história permite aquela pergunta que vale ouro na hora de dormir: “o que você faria no lugar da Mortina?”

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